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Prevenção

Saber mais sobre o Tioglicolato de amónio

Este líquido incolor que vira amarelo é um ingrediente básico em tratamentos químicos, basicamente modelados e alisamentos, que modificam a estrutura do cabelo. Conhecê-lo a fundo evitará mais um desgosto


29/08/2017

Tioglicolato de amónio

Entre os fatores de risco que afetam os profissionais do salão vamos falar da exposição a diversos agentes químicos incluídos numa grande variedade de produtos cosméticos, cuja característica principal são as formulações complexas, com um grande número de ingredientes. Esta exposição constante, praticamente diária, pode materializar-se em efeitos danosos para a saúde de cabeleireiros, stylists e ajudantes. Calcula-se que uns 20% dos profissionais devem abandonar a sua profissão por problemas de saúde. Em concreto, entre 35 e 50% dos profissionais afetados por doenças cutâneas, viram-se obrigados a mudar de ofício, tal como explicam fontes médicas nos estudos realizados sobre o tema.

Uma exposição constante, praticamente diária, aos agentes químicos incluídos numa grande variedade de produtos cosméticos pode ser prejudicial para a saúde dos cabeleireiros, stylists e ajudantes.

Quiçá uma das substâncias químicas mais conhecidas seja a Para-fenilendiamina (PPD), também conhecida como parafenilendiamina, p-fenilendiamina ou 1,4 diaminobenceno, com muitas aplicações industriais, sobretudo em cosmética. Esta amina aromática de baixa toxicidade é um ingrediente comum nas tintas capilares permanentes, e também em algumas tintas vegetais como a henna. Do Tioglicolato de amónio não se fala tanto ainda que seja um dos componentes habituais em serviços de modelação, permanente e alisamento. Isto deve-se a que modifique a estrutura do cabelo, rompendo as pontes de queratina. Mas, o que é o Tioglicolato de amónio e como funciona?

Tioglicolato de amónio

O Tioglicolato de amónio rompe os nós das proteínas do cabelo

Todo o profissional de cabeleireiro sabe que o cabelo se compõe, sobretudo, com uma proteína conhecida como queratina. A queratina possui uma grande quantidade de I-cisteína, aminoácido que ajuda a fortalecer o cabelo e as unhas e reduz a caspa. O cabelo apresenta uma forma ou outra em função dos nós de dissulfato existentes entre as cadeias de proteínas. Estes laços formam-se entre os átomos de enxofre encontrados nas moléculas de I-cisteína.

Quando se trabalha com tioglicolato é imprescindível trabalhar com luvas, especialmente aqueles que têm o pictograma de proteção química.

Os produtos à base de Tioglicolato de amónio rompem e modificam os laços das proteínas do cabelo. Os cabeleireiros usam rolos, bigudis e pranchas de cerâmica para dar forma ao cabelo, segundo a técnica elegida. O Tioglicolato, um líquido incolor que vira amarelo, tem um pH de 9-9,5, enquanto o ideal para a pele oscila entre 4.5 4 5.5. por isso, aplica-se com um neutralizador, à base de hidrogénio, que cria novos laços de dissulfato peróxido novos. O cabelo conserva a sua forma encaracolada ou lisa durante um tempo, até que volte a crescer. No momento em que se repetiria um moldado, permanente ou alisamento adicional, se assim se deseja.

Tioglicolato de amónio

Possíveis riscos da exposição ao Tioglicolato de amónio

A folha de dados de segurança material (HDS/MSDS) de uma substância é um resumo cujo conteúdo descreve as propriedades de perigosidade assim como as considerações de segurança que se devem ter em conta na hora de trabalhar com uma substância química específica. Esta ficha vai servir-nos para especificar os possíveis riscos da inalação, ingestão e contato com a pele do ácido de amónio tioglicólico. Esta substância torna-se tóxica se se ingerir, irrita os olhos e provoca uma reação alérgica em alguns utilizadores. O uso prolongado ou repetido pode criar sensibilização da pele e feridas.

O tioglicolato de amónio não afeta as vias respiratórias mas é um irritante cutâneo, pelo que se recomenda evitar o contato direto com a pele e o couro cabeludo.

A MSDS também assegura que três agências – OSHA (Segurança e saúde ocupacional do Departamento de Trabalho dos Estados Unidos), NTP (Programa Nacional de Toxicologia, Departamento de saúde e Serviços) e IARC (Centro Internacional de Investigações sobre o cancro) – não incluem o tioglicolato como um agente cancerígeno potencialmente capaz de produzir cancro ao expor-se a tecidos vivos.

Apesar do seu odor, que recorda o amoníaco, o Tioglicolato não afeta as vias respiratórias. Não obstante, este componente é um irritante cutâneo, pelo que se recomenda evitar o contato direto com a pele e o couro cabeludo.

Tioglicolato de amónio
O tioglicolato é um líquido incolor que vira amarelo e tem um pH de 9-9,5, enquanto o ideal para a pele oscila entre 4,5 e 5,5. Por isso, aplica-se com um neutralizador, à base de hidrogénio que cria novas ligações de peróxido de dissulfato.

Principais recomendações

  • Quando se trabalha com tioglicolato é imprescindível trabalhar com luvas, especialmente aquelas que têm o pictograma de proteção química, medida que contribui a evitar a irritação e sensibilização da exposição repetida a esta substância.
  • Não aplicar este componente sobre pessoas que mostrem sintomas de sensibilidade, como um couro cabeludo irritado.
  • Não usar, de novo, as mesmas toalhas para secar o excesso de produto. É possível equivocar-se e que a substância penetre, por exemplo, nos olhos de algum utilizador.
  • Minimizar o contato do produto com o couro cabeludo durante a aplicação.
  • No caso de que a solução da permanente entre o contato com a pele se aconselha lavar com sabão e água. Limpar qualquer gota desde o couro cabeludo à medida que isto suceda.
  • A solução de permanente deveria ser aplicada numa área onde haja boa circulação de ar. A ventilação natural (portas e janelas) deveria ser suficiente em qualquer salão onde se misturem produtos com substâncias químicas. Pelo contrário, recomenda-se instalar um equipamento de extração localizada em lugares específicos como a mesa de preparação de misturas, espaços onde se efetuem serviços com risco de exposição, como alisamentos ou permanentes.
  • Por último, o tioglicolato de amónio não é biodegradável e danifica a vida aquática. A garrafa deveria estar vazia antes de a depositar no lixo.
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