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As tintas de cabelo para mulheres negras, relacionados com o cancro da mama

Um estudo realizado entre mais de 47.000 mulheres norte-americanas ao longo de 8 anos, publicado pelo The Guardian, diz que as tintas específicas para cabelos afros aumentam as possibilidades de sofrer deste tipo de cancro


24/01/2020

De novo salta a polémica e os produtos cosméticos, mais concretamente a coloração no cabeleireiro coloca-se no olho do furacão, nesta ocasião em relação de forma específica aos químicos contidos nas tintas para mulheres negras.

Segundo um último estudo, as tintas permanentes para tingir o cabelo das mulheres negras aumentam em 45% as possibilidades de sofrer cancro de mama. No caso das tintas para as mulheres brancas o risco é de 7%.

Em Espanha legislação sobre produtos cosméticos conseguiu proibir ou restringir mais de 200 químicos que se usavam na indústria cosmética, não só em produtos para o cabelo, também em maquilhagem e esmaltes de unhas.

A notícia, recolhida pelo The Guardian, detalha que ainda que a investigação não esclareça o porquê deste aumento de risco, revela vários ingredientes nocivos que contêm os produtos de tinta especializados em cabelos afro-americanos. Produtos em que se apresentam mais químicos que nos utilizados pelas mulheres brancas e que por isso produzem um risco maior no sistema endócrino e hormonal.

USA, apenas onze químicos cosméticos proibidos contra os 200 eliminados em Espanha

A investigação baseia-se numa amostra de mais de 47.000 mulheres norte-americanas e como lhes afeta a aplicação destes produtos ao longo de oito anos.

Segundo o jornal citado, entre os químicos mais comuns em cosmética encontram-se as aminas aromáticas das tintas - que podem causar mutações no ADN - assim como os parabenos que se utilizam para as loções e champôs, que provocam problemas reprodutivos e dispõem de componentes como o formol, utilizado para embalsamar líquidos e que contêm substâncias cancerígenas e hormonais.

A luta contra os químicos, e a imposição do natural como norma é um reto dos governos. Em Espanha, não obstante, a legislação sobre produtos cosméticos conseguiu proibir ou restringir mais de 200 químicos que se usavam na indústria cosmética, não só em produtos para o cabelo, também em maquilhagem e esmaltes de unhas. Na União Europeia são mais de 1.300 os químicos proibidos e nos Estados Unidos, pelo contrários, são apenas onze.

 
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