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Cabeleireiro sustentável

Cuidar do cabelo, cuidar do planeta

Compromisso consciente no salão com sustentabilidade, saúde capilar e ingredientes responsáveis


28/11/2025

A sustentabilidade deixou de ser uma opção estética ou comercial para se tornar uma prioridade ética. No âmbito da cabeleireira profissional, esta transformação implica muito mais do que eliminar o plástico ou seguir modas “verdes”: exige repensar cada decisão, desde a escolha dos produtos até a forma como se aconselha e educa o cliente.

Dois referentes do setor, Adrián Pardo e Christian Ríos, partilham como abordam este compromisso nos seus salões, combinando consciência ambiental, rigor técnico e resultados de alta qualidade.

Ingredientes responsáveis: entre o conhecimento e a consciência

A crescente procura por produtos com ingredientes “limpos” ou fórmulas naturais é um fenómeno que ambos os estilistas observam diariamente. Para Christian Ríos, à frente do Salão Christian Ríos Hair Couture (Vilanova i la Geltrú), esta mudança responde a uma maior consciência geral: “Muitos clientes perguntam se trabalhamos sem sulfatos, silicones ou parabenos. Valorizam a transparência e querem saber o que estamos a aplicar e porquê. A sua preocupação vai desde a saúde capilar até ao impacto ambiental”.

Adrián Pardo, diretor do Adrián Pardo Hair Studio (Málaga) concorda com o diagnóstico, embora sublinhe um ponto importante: a necessidade de combater a “quimiofobia”. “Cada vez mais pessoas chegam com dúvidas, mas também com muitas ideias preconcebidas. O nosso trabalho é educar. Ingredientes como os sulfatos ou silicones não são maus em si mesmos, o importante é saber como usá-los, com que frequência e para que tipo de cabelo. Nós confiamos na ciência e acreditamos que a cosmética não pode ser dividida entre boa ou má apenas pelo que aparece no rótulo”.

Marcas aliadas e fórmulas conscientes

A seleção de produtos em ambos os salões responde a um critério rigoroso que combina resultados, saúde capilar e sustentabilidade. No caso de Pardo, o trabalho com marcas como a Goldwell permite-lhes manter um alto padrão técnico ao mesmo tempo que garantem um compromisso ambiental real. “Usamos tinturas em embalagens de alumínio reciclado, sistemas de recarga de produto para reduzir resíduos e ferramentas descartáveis biodegradáveis. Até controlamos o uso de água durante as lavagens para otimizar o consumo”, explica.

Por sua vez, Ríos sublinha que as marcas com as quais colaboram oferecem-lhes formação constante e alternativas sem ingredientes controversos, mas sem comprometer a eficácia. “A sustentabilidade já não é um valor acrescentado: é uma necessidade. Mas isso não significa sacrificar resultados. Apostamos por fórmulas mais suaves, sim, mas sempre com um respaldo técnico sólido”.

Técnicas de baixo impacto: suavidade sem renunciar ao estilo

No salão atual, as técnicas agressivas deram lugar a métodos mais respeitosos. Ambos os estilistas concordam que as suas clientes e clientes procuram resultados visíveis, sim, mas também duradouros, naturais e não invasivos.

“Após anos de excesso de calor e produtos químicos, valoriza-se mais do que nunca a saúde do cabelo”, explica Pardo. Por isso, incorporaram tratamentos sem calor, produtos leave-in e rotinas que facilitam um secado ao ar mais estético. “Até trabalhamos com uma linha de alisamento que não requer chapinhas e que controla o frizz, deixando uma queda muito natural”.

Ríos, na mesma linha, destaca o sucesso dos tratamentos detox capilares, os produtos específicos para cabelos com textura que definem sem pesar e as colorações suaves, como os banhos de cor ou os reflexos. “O resultado é um cabelo mais saudável, mais brilhante e com uma textura real. Já não se procura um acabamento forçado, mas sim potenciar a beleza do cabelo tal como é”.

Profissionalismo e pedagogia: o novo papel do estilista

Tanto Adrián Pardo como Christian Ríos concordam que a função do estilista contemporâneo vai além de executar um serviço: também implica informar, aconselhar e desmistificar.

“A cosmética responde à oferta e à demanda — resume Pardo —, mas se essa demanda estiver mal informada, corre-se o risco de fomentar mitos ou escolher produtos que não funcionam. Por isso, o nosso papel como profissionais é orientar o cliente para decisões que sejam boas não só para a sua imagem, mas também para a sua saúde e para o planeta”.

Beleza com propósito

A cabeleireira profissional vive um momento de transformação. A procura por ingredientes responsáveis, técnicas de baixo impacto e decisões sustentáveis não é uma moda, mas sim uma evolução necessária. Estilistas como Adrián Pardo e Christian Ríos demonstram que é possível combinar ciência, consciência e beleza real. Porque cuidar do cabelo, hoje, também significa cuidar do ambiente e de quem o habita.

 
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