A cosmética 'eco', e a sua postura contrária ao 'sem', uma questão de quimiofobia
Contra a corrente e a moda da quimiofobia, entra em vigor o adeus ao 'sem' nas etiquetas cosméticas enquanto especialistas e cientistas asseguram ainda que o perigo está na dose e não se há ou não agentes como sulfatos ou parabenos
-
Lico Cosmetics lança a primeira linha cosmética com miniproteínas
Nordic Essence apresenta a primeira linha do mercado com miniproteínas capaz de preencher maçãs do rosto e elevar o terço inferior, concebida para tratar os sinais mais visíveis do envelhecimento cutâneo
-
A pele na neve: mesoestetic® define as chaves dermocosméticas para a proteger em condições extremas
Fotoproteção muito elevada, hidratação profunda e ação calmante como pilares do cuidado cutâneo em alta montanha
-
Os métodos da La Biosthétique: filosofia de cuidado integral
A La Biosthétique desenvolve métodos exclusivos que transformam o cuidado do cabelo e da pele numa rotina de beleza integral e personalizada
-
MG Skin Retin: o peeling inteligente que ajuda a pele a rejuvenescer, renovar-se e revitalizar-se
MG Skin Retin, o peeling inteligente que rejuvenesce e revitaliza a pele com máxima eficácia e mínima agressão
-
A pele não mente: a rosácea e a sensibilidade revelam o que acontece no interior do corpo
Yvette Pons explica como estas alterações cutâneas são sinais de desequilíbrios profundos no sistema nervoso, imunitário e vascular, e porque tratá-las apenas à superfície não é suficiente
-
Expocosmética 2026 reunirá na Exponor os grandes protagonistas do setor da beleza ibérico
A maior feira profissional de cosmética, estética, cabeleireiro, unhas e maquilhagem da Península Ibérica realizar-se-á de 11 a 13 de abril, no Porto, com um amplo programa de inovação, formação e negócios
-
CONCURSO BEAUTY MARKET ESTÉTICA
Beauty Market e mesoestetic® estão a oferecer 6 pacotes de produtos mesoprotech®, proteção solar de largo espectro com a máxima eficaci
Tecnologias avançadas e novos formatos que facilitam a aplicação e maximizam a eficácia dos seus produtos
Não é a primeira vez que informamos acerca do que se conhece como quimiofobia, o que é o mesmo, o medo a tudo o que é químico na cosmética. Perante esta corrente e contra o uso indiscriminado dos slogans “sem” na etiqueta e campanhas publicitárias dos cosméticos, sem parabenos, sem sulfatos, etc., instaurou-se umas diretrizes mais estritas e, a partir de agora, não se incentiva esta estratégia de marketing.
Teórico perigo sob controlo
Porque é que foi parado? Por vários motivos, destacando-se um par deles. Primeiro, o emprego deste slogan diferenciador “sem”, quando não era fiel à realidade.
Há produtos, como os corticosteroides, que são já proibidos, pelo que não tem sentido dizer que o teu produto não os tem. Também ocorria que se dizia que não levava tal ou qual composto, enquanto o produto continha algum outro ingrediente que sim liderava, uma vez usado, o mesmo.
Por isso e a partir de 1 de julho, as coisas mudaram na etiquetagem cosmética.
Um grupo de trabalho para a comissão europeia integrada por diferentes associações e agentes, como o caso da EFTA (Associação Europeia de Comércio Livre) e outros apresentaram um texto em 2017 relativamente a isto que entrou em vigor a 1 de julho deste ano.
Assim, era lógico que se falou da citada quimiofobia, a qual estava a gerar vozes muito críticas. O preconceito, mania ou medo irracional aos produtos químicos que a indústria estava a aproveitar-se para ganhar clientes. “Os champôs sem parabenos, os sabões sem fosfatos ou os vinhos sem sulfatos… Vendem-nos produtos que prometem ser mais naturais mas nenhum estudo o demonstrou de forma concluinte, pelo contrário, em alguns casos a indústria pode encontrar dificuldades para substituir esse ingrediente e o resultado é ainda pior”, afirmou Fernando Gomollón Bel, químico e comunicador científico.
É de destacar, por sua vez, postura de peso que sustentou a corrente contra a quimiofobia e o uso indiscriminado do "sem". Independentemente de todos os aditivos que se possam tirar a um produto, os cientistas apelam à Paracelso, que já há cinco séculos assegurou que o "veneno está na dose". Porque a água pode matar-nos, ou as maçãs, ou as amêndoas amargas, se tomarmos a dose suficiente. 200 gramas de sal, 118 cafés ou uns 50 copos de vodka podem matar-te se os tomares de uma só vez.
Recomendamos













