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COSMÉTICA NATURAL

A cosmética 'eco', e a sua postura contrária ao 'sem', uma questão de quimiofobia

Contra a corrente e a moda da quimiofobia, entra em vigor o adeus ao “sem” nas etiquetas cosméticas enquanto especialistas e cientistas asseguram ainda que o perigo está na dose e não se há ou não agentes como sulfatos ou parabenos


14/06/2019

Não é a primeira vez que informamos acerca do que se conhece como quimiofobia, o que é o mesmo, o medo a tudo o que é químico na cosmética. Perante esta corrente e contra o uso indiscriminado dos slogans “sem” na etiqueta e campanhas publicitárias dos cosméticos, sem parabenos, sem sulfatos, etc., instaurou-se umas diretrizes mais estritas e, a partir de agora, não se incentiva esta estratégia de marketing.

Teórico perigo sob controlo

Porque é que foi parado? Por vários motivos, destacando-se um par deles. Primeiro, o emprego deste slogan diferenciador “sem”, quando não era fiel à realidade.

Há produtos, como os corticosteroides, que são já proibidos, pelo que não tem sentido dizer que o teu produto não os tem. Também ocorria que se dizia que não levava tal ou qual composto, enquanto o produto continha algum outro ingrediente que sim liderava, uma vez usado, o mesmo.

Por isso e a partir de 1 de julho, as coisas mudaram na etiquetagem cosmética.

Um grupo de trabalho para a comissão europeia integrada por diferentes associações e agentes, como o caso da EFTA (Associação Europeia de Comércio Livre) e outros apresentaram um texto em 2017 relativamente a isto que entrou em vigor a 1 de julho deste ano.

A partir de agora não se incentiva o uso indiscriminado dos slogans “sem” na etiquetagem e as campanhas publicitárias dos cosméticos, sem parabenos, sem sulfatos, etc.

Assim, era lógico que se falou da citada quimiofobia, a qual estava a gerar vozes muito críticas. O preconceito, mania ou medo irracional aos produtos químicos que a indústria estava a aproveitar-se para ganhar clientes. “Os champôs sem parabenos, os sabões sem fosfatos ou os vinhos sem sulfatos… Vendem-nos produtos que prometem ser mais naturais mas nenhum estudo o demonstrou de forma concluinte, pelo contrário, em alguns casos a indústria pode encontrar dificuldades para substituir esse ingrediente e o resultado é ainda pior”, afirmou Fernando Gomollón Bel, químico e comunicador científico.

É de destacar, por sua vez, postura de peso que sustentou a corrente contra a quimiofobia e o uso indiscriminado do "sem". Independentemente de todos os aditivos que se possam tirar a um produto, os cientistas apelam à Paracelso, que já há cinco séculos assegurou que o "veneno está na dose". Porque a água pode matar-nos, ou as maçãs, ou as amêndoas amargas, se tomarmos a dose suficiente. 200 gramas de sal, 118 cafés ou uns 50 copos de vodka podem matar-te se os tomares de uma só vez.

 
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