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TERAPIAS

A história da massagem, mantém o contacto

Revemos a história da massagem para triunfar mais que nunca, contra o distanciamento social com o rei da saúde, o qual nos faz manter (ou não…) o desejado contacto entre pessoas, agora esgotados pelo confinamento


22/01/2021

Agora que o distanciamento social se fez dono dos dias e as noites, existe porém uma terapia (cujo índice de contágio em reabertura é nulo), que não o promove, como todo o contrário, e que baseia o seu resultado precisamente no contacto, tanto a nível manual como de psique entre terapeuta e cliente. Falamos da massagem.

É, efetivamente, a sua premissa principal, o contacto, essa retroalimentação e enlace que não se deve cortar entre ambas partes enquanto se produz, cliente e terapeuta, seja do tipo que seja a massagem a realizar. Muitas escolas ensinam a não renunciar nunca o contacto físico com o cliente durante uma massagem para permitir este nó de ação e desenvolvimento. Sábio? "Não tenho a certeza", diz Eric Bah.

Especialista em massagens asiáticas, Bah recomenda não seguir à letra dito conselho, ou pelo contrário, poderás arriscar-te a perder o objetivo desejado: o relaxamento. Isso sim, sempre mantendo o cordão atado entre ambos, profissional e pessoa que disfruta das nossas manobras e âncoras, estejamos ou não a tocar.

Desde a Antiguidade até os nossos dias descobrimos as múltiplas vantagens que oferece a massagem para a saúde e o tratamento de doenças tanto a nível preventivo como terapêutico.

Proibido, em relação a massagens, essa mais que possível sensação de abandono que apesar do objetivo da própria massagem, o cliente possa chegar a experimentar ou não.

Como resolvo o enigma? Os especialistas massagistas e terapeutas avisam: a mais mínima greta na tua atenção ao cliente e deste até ti possa causar, até inconscientemente, dita nefasta sensação de abandono. Tão pronto como aparece a mesma, produz-se a fratura, da qual é muito difícil recuperar e que deriva na indesejada 'infidelidade' que vai diminuir o teu prestígio, energias e benefícios, fazendo descender a tua lista de clientes.

Como proceder então?
Sim, temos várias respostas. Mas antes disso, vamos a uma breve revisão da história da massagem, as suas bases, desenvolvimento e objetivos, para entendê-lo perfeitamente.

A origem e história da massagem

A palavra massagem vem do árabe "mas'h" que significa tocar ou amassar. Existem escritos chineses de mais de 4.000 anos de antiguidade em que já se citava a massagem e alguns escritos posteriores afirmavam que friccionar-se com a palma da mão protege das constipações, faz com que os órgãos sejam flexíveis e previne pequenas dormências.

Durante anos inúmeros estudos, científicos e médicos interessavam-se pela investigação da massagem e as suas técnicas. Desde a Antiguidade até os nossos dias temos descoberto as múltiplas vantagens que oferece a massagem para a saúde e o tratamento de doenças tanto a nível preventivo como terapêutico. Assim, poderíamos afirmar que a massagem é uma das técnicas estéticas mais importantes, eficazes e versáteis atualmente. Desde a China e Egipto, passando pela India e sem esquecer a época grega e romana, a técnica da massagem formou parte do interesse de cientistas e médicos.

O império árabe, a antiga China, a Grécia clássica, o Império Romano, a Idade Média, o Renascimento, os séculos XVII e XVIII, França e o século XIX, e assim XX e XXI foram testemunhas e impulsionadores destacados da História da Massagem. Quiçá os primeiros raios de sol, certamente hedonista, o século XIX supôs o cumulo da massagem concebido também como arma terapêutico. Assim, é quando o termo "massagem" aparece realmente e afiança no mundo graças ao francês. E não só é só França que batiza a massagem como também vai incluir numerosas categorias no seu estudo. Tudo graças também ao facto deste século quando a medicina e a cirurgia alcançam a sua época de maior esplendor.

Numerosos investigadores, cientistas e médicos, pais do que atualmente conhecemos como a medicina moderna, serão os encarregados em deita centúria de sentar as bases dos nossos conhecimentos atuais. É a época do auge dos balneários, as termas e tudo o relacionado com este campo, como o caso da hidroterapia, a massagem e o exercício físico.

As massagens mais populares

Chegados aqui, as massagens mais procuradas pela população em geral são 10, segundo coincidem várias classificações.

Massagem sueca.
A massagem sueca é, sem lugar para dúvidas, o mais utilizado em todas as partes do mundo: é a massagem de relaxamento básico. Consiste em cinco movimentos principais - effleurage, petrissage, tapotement, fricção e vibração-. Estas massagens relaxam e eliminam a tensão muscular, melhoram a circulação sanguínea e linfática.

Massagem do tecido profundo.
Esta massagem refere-se a um conjunto de várias técnicas utilizadas para aceder às camadas mais profundas do tecido muscular e a fáscia. Utiliza para reduzir a dor e a inflamação, assim como a reabilitar lesões. Pode-se combinar com outros tipos de massagens, e ainda pode ser doloroso, não tem que o ser necessariamente.

Terapia de pontos.
A terapia de pontos procura nós fibrosos dolorosos nos músculos e o tecido conectivo, permitindo aliviar todo o tipo dor até em zonas que não sejam nas costas. Pode ser doloroso e costuma-se combinar com outros tipos de terapias de massagem.

Massagem desportiva.
A massagem desportiva utiliza-se antes e depois de praticar um desporto para aquecer e relaxar os músculos. Também para se reabilitar de lesões, melhorar o rendimento e a flexibilidade e melhorar o balanço muscular.

Massagem prenatal.
A massagem prenatal ajuda a aliviar a incomodidade produzida pela gravidez. Se recebemos massagens durante a gravidez, provavelmente o parto seja muito mais fácil. Logo do nascimento, ajudam a equilibrar o corpo da nova mãe e a cuidar melhor do seu bebé.

Massagem de aromaterapia.
Esta terapia combina a aromaterapia e as massagens, dois tratamentos muito antigos. Nesta massagem, os óleos essenciais são incluídos para massajar a pele, deixando o aroma no ar. Isto permite-nos aliviar ainda mais a tensão, reduzir a dor e a inflamação, melhorar o humor, melhorar a digestão e evitar a congestão nasal.

Massagem com pedras quentes.
Costuma-se utilizar basaltos quentes para esta massagem, que é um dos mais relaxantes e sedantes. É uma grande opção para aquelas pessoas que padecem de insónia e músculos muito contraturados.

Reflexologia nos pés.
A reflexologia é baseada na teoria de que a cada zona do pé corresponde uma zona do corpo, pelo que ao gerar pressão nestes pontos específicos poderemos fazer um reflexo nos órgãos internos que têm um problema. Também possa praticar-se nos pontos reflexos das mãos e as orelhas.

O passar de uma zona do corpo a outra durante a massagem às vezes é demasiado abrupta e rompe o ritmo. Cada manobra que compõe uma massagem deve fazer-.se bem e procurar o mesmo objetivo, e de forma elegante.

Shiatsu.
O shiatsu é uma forma de acupressão japonesa, que significa “pressão dos dedos”, e costuma praticar-se no solo. Pressionam-se determinados pontos de energia ao longo dos meridianos para balançar o ki. Devemos ter em conta que nestes tipos de massagens a respiração é uma parte fundamental para absorver todos os benefícios.

Massagem Thai.
Este tipo de massagem leva-se a cabo desde até 2.500 anos, e também se faz no solo. Combina suaves compressões rítmicas ao longo dos fluxos de energia chamados sem, além de posições de yoga.

Todos eles, como verás, fazem do contacto a sua arma fundamental. Mas, e como dizíamos no princípio aparte da tua habilidade... que faço? Vou à cabine ou não? Toco durante todo o tempo da massagem ao cliente sem me despegar? E se paro ou saio? Como continuo a minha relação com o cliente? Como hei-de proceder para assegurar o relax absoluto?

6 regras para uma massagem de êxito mantendo o contacto

Toma nota e segue as recomendações:

O falso final.
Se durante uns segundos, já não estás em contacto com o teu cliente durante a massagem, pode acreditar que este é o final do mesmo e abrir os olhos. É certo, sim não conhece o teu protocolo de memória, pode imaginar, quando já não tens à sua mão sobre ele, que á massagem terminou. Assim que melhor permanecer o tempo completo da massagem juntamente a ele torna-se possível que interiorize a nossa presença, e saímos da cabine, sem que se note.

As transições.
O passar de uma zona do corpo a outra durante a massagem às vezes é demasiado abrupta e rompe o ritmo. Cada manobra que compõe uma massagem deve fazer-se bem e procurar o mesmo objetivo, e de forma elegante. Pela beleza do gesto, em si mesmo, também se consegue o relax. Um gesto abrupto o comprometerá tudo.

O silêncio é parte da música.
Regressamos ao princípio, ainda que as tuas mãos já não estejam pousadas sobre o corpo, ao mesmo tempo que ocorre ao pianista, porém a sensação é que a massagem/a música não cessa.
A sensação do tacto de uma pessoa pode durar mais além do contacto da mão do massagista. O contacto físico já não existe, mas o contacto com a energia permanece. E isso é o mais importante.

Existem escritos chineses de mais de 4.000 anos de antiguidade em que na se citava a massagem e alguns escritos posteriores afirmavam que friccionar com a palma da mão protege das constipações, faz com que os órgãos sejam flexíveis e previne pequenas dolências.

O poder da intenção.
Efetivamente, já temos visto que o contacto manual pode e em ocasiões há de deter-se durante a massagem. Então, o contacto já não importa, é a intenção a que tem prioridade. Pura intenção e atenção sustentada. Juntos, terapeuta e cliente tenham o vínculo da energia que marca, desenvolve e potencia a massagem, independentemente das interrupções físicas. Sempre e quanto mantenhas uma presença impecável, conseguirás que a tua cliente continue num perfeito estado de relaxamento, independentemente das pausas no procedimento. Massaja o espaço enquanto massagens o corpo.

Mantém a sua atenção.
Contacto sim, mas não necessariamente e todo o tempo físico. Um conselho: um quando tens que ir de um extremo do corpo ao outro durante uma massagem, da cabeça aos pés por exemplo, um lugar de deixar que uma mão se arraste ao longo de todo o comprimento, esfrega as tuas duas mãos uma contra a outra enquanto te moves. Por um lado, a tua cliente, em primeiro lugar, saberá que a massagem não está terminado, e em segundo lugar continuará sem esforço, relaxando o teu movimento. Como resultado, vai permanecer no seu estado de relaxamento sem abrir os olhos e não se sentirá abandonado. Durante todas as tuas massagens, mantém uma presença bem estabelecida, uma atenção envolvente, uma intenção amortigada, e te vais libertar da fratura produzida pelo inesperado e a rutura do não contacto.

Uma assimetria desafortunada.
É comum durante as manobras da massagem que ambas mãos sejam levadas de volta à sua posição inicial uma atrás no rosto, de dentro para fora. O movimento torna-se assimétrico e desequilibrado, numa das áreas mais sensíveis do corpo, a cara. Deverás fazer, tenhas aprendido o que tenhas aprendido, de forma simétrica, o movimento que assegura a concentração, a quietude e o relaxamento...

E até aqui, uma história de contacto, a da massagem, uma terapia milenária que resiste contra ventos e marés.

 
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