Política de Cookies: Usamos cookies próprios e de terceiros para mostrar publicidade relacionada às suas preferências de acordo com seus hábitos de navegação. Se você continuar navegando, consideraremos que você aceita seu uso. Você pode alterar as configurações ou obter mais informações aqui. 

Aceitar

Ganho de massa e queimo de gordura
Ganho de massa e queimo de gordura

NOVOS CONSUMIDORES

A mulher lidera a transição fazia o consumo responsável e sustentável

O Relatório sobre a brecha de género no consumo apresentado por L'Oréal e ClosinGap revela que homens e mulheres consomem de forma muito diferente, sendo a mulher a que marca as novas tendências em consumo na etapa Covid-19


18/10/2020

Homens e mulheres não compram da mesma maneira nem sob os mesmos valores. É a mulher quem gere as finanças em casa e quando são estas quem encabeçam o lar, consomem 452 euros mais que os homens, priorizando a compra de bens básicos.

Também são elas que estão a liderar a mudança até um consumo mais responsável e sustentável; digital, reflexivo e menos individual. Elas encarregam-se da compra, cinco vezes mais que os homens e, além disso, adquirem também produtos masculinos para o casal, pais e filhos. Assim demonstra o Relatório sobre a brecha de género no consumo, apresentando hoje por ClosinGap e liderado por L'Oréal Espanha e que confirma a existência de uma brecha de género no consumo dos lares espanhóis.

O Covid-19 mudou a nossa forma de comprar, convertendo em prioritários para a sociedade patrões que já o eram com anterioridade para as mulheres. O confinamento disparou o uso do canal on-line, e ganhou posições na sustentabilidade e aos produtos ecológicos. A proximidade e a rapidez na hora de fazer compras também passaram a ser um requisito indispensáveis tanto para homens como mulheres, valores que, de novo, já tinham muito presentes estas antes da pandemia.

A mulher, líder na transição até o consumo responsável e sustentável

A mulher tem maior consciência ambiental e adota comportamentos mais sustentáveis que o homem. Segundo o relatório citado, enquanto que mais de 61% da mulheres espanholas reconhecem a sua responsabilidade sobre a mudança climática, nos homens não chega nem a metade. E deram-lhe também mais importância à responsabilidade social da empresa que os homens na hora de decidir que produtos comprar (28% vs. 20%).

Entre as ações que leva a cabo a mulher para comprar de maneira mais sustentável, o 49,2% das mulheres compram em comércio local e produtos de proximidade, contra 39% de homens.

As mulheres lideram a mudança para um consumo mais responsável e sustentável e são referência para as novas gerações.

Outros exemplos que demonstram a maior consciencialização por parte delas são o consumo de produtos embalados em bandeja (12% elas vs 21% eles), o uso de bolsas de plástico (72% elas vs. 78% eles) ou a compra de roupa de segunda mão (26,5% elas vs. 22,8% eles). Apenas 4% das mulheres não realiza nenhuma medida para reduzir a sua pegada ambiental, 10% no caso dos homens.

Esta maior preocupação pelo medio-ambiental deteta-se também entre os mais jovens, de entre 16 e 24 anos. Os millennials assinalam ao próprio consumidor como o principal responsável da emergência climática e mostram uma grande preocupação pela pegada ambiental das empresas.

"O relatório demonstra como a mulher está a atuar como motor na transição até um consumo mais responsável e sustentável, dois valores em alça e muito necessários no contexto atual", assinala Juan Alonso de Lomas, presidente e conselheiro delegado de L'Oréal Espanha e membro do Board de ClosinGap. E acrescenta: "a mulher posiciona-se, portanto, como uma referência no avanço até a economia circular e posiciona-se como modelo a seguir para as novas gerações".

O consumo feminino: reflexivo, digital e menos individual

As mulheres compram mais por internet e são mais omnicanal: deslocam-se mais para comprar em loja física, mas também usam em maior medida internet, sendo elas a maioria dos compradores on-line. As diferenças de género mais destacadas no uso do canal digital estão na compra de roupa e calçado (68,2% mulheres vs. 56,7% homens) e de produtos de higiene pessoal (55,1% vs. 39,4%).

As mulheres encarregam-se da compra, cinco vezes mais que os homens e, além disso, adquirem também produtos masculinos para casa, pais e filhos.

Assim, a mulher tem muito mais em conta o preço dos produtos e serviços na sua decisão de compra e, para isso, realiza mais comparativas: no têxtil ou calçado, uma mulher por cada 0,81 homens procura em diversas lojas até encontrar o melhor preço. Este comportamento evidencia-se também no uso do canal tradicional como ponto de recolha de produtos comprados on-line a preço inferior. Para elas, as ofertas e promoções on-line são um fator chave para a compra (50% elas contra 42% eles). O gasto médio da compra da mulher é inferior ao do homem (59,4 euros vs. 68 euros).

A brecha de género no consumo é de 5.400 milhões de euros

O relatório também recolhe como afeta a economia espanhola esta brecha de género no consumo, que tem um impacto económico de 5.424 milhões de euros, valor que se alcançaria se os 12,2 milhões de lares encabeçados por homens que há em Espanha, contra os 6,4 milhões liderados por mulheres, equipararam o seu consumo ao das mulheres. Por causa disso, o PIB espanhol em 2019 aumentaria cerca de médio ponto e arrecadação fiscal em 2.199 milhões de euros, considerando um IRPF de 10,5% e uma cotação média de 30%.

"De novo, comprovamos como a mulher, não só supera a situação de desigualdade da que parte, como tambem se converte ainda no motor de mudança até uma sociedade mais avançada e respeitosa", afirma Marieta Jiménez, presidente de ClosinGap e presidente europeia de Merck Healthcare.

Entre as ações que a mulher leva a cabo para comprar de forma mais sustentável, 49,2% das mulheres compram no comércio local e produtos de proximidade, contra 39% de homens.

Sobre ClosinGap.
ClosinGap. Women for a Healthy Economy é uma plataforma integrada por Merck, MAPFRE, Vodafone, Repsol, Meliá Hotels Internacional, L'Oréal Espanha, Mahou San Miguel e Solán de Cabras, BMW, PwC, Bankia, Grupo Social ONCE e KREAB.

A plataforma nasce com o objetivo de analisar o impacto económico que tem para toda a sociedade que as mulheres não contem com as mesmas oportunidades. Para isso, as empresas analisam, em relatórios bimestrais, as brechas existentes nos âmbitos de saúde, pensões, ambiente digital, conciliação e corresponsabilidade, ócio, turismo, educação, consumo, mobilidade, âmbito rural e discapacidade.

ClosinGap tem a sua origem em Healthy Women, Healthy Economies, iniciativa lançada a nível global em 2014 pela empresa de ciência e tecnologia Merck, sob a alçada do Forúm de Cooperação Económico Ásia Pacífico, com o objetivo de identificar e eliminar as barreiras que impedem às mulheres desenvolverem o seu pleno potencial na sociedade. Espanha é o primeiro país que a adapta para estender a experiência as circunstâncias que se dão na União Europeia.

 
Mais informação

  • Partilhe este artigo
  • Enviar a un amigo
  • Compartir en WhatsApp
GH - Gallery Hair - A revista profissional  de uso e consulta em Salões de Cabeleireiro

 

Ganho de massa e queimo de gordura
Grátis! Agora! Toda a atualidade no teu correio eletrónico de 15 em 15 dias. Subscreve.
MOSER - CHROM2STYLE BLENDING EDITION
Grátis! Agora! Toda a atualidade no teu correio eletrónico de 15 em 15 dias. Subscreve.