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MEIO AMBIENTE

As empresas cooperam para alcançar a reciclagem total de plástico

O objetivo é que, até 2025, o total das embalagens utilizadas pelas empresas aderentes seja reutilizável, reciclável ou adequado para conversão em composto


12/12/2018

O problema das descargas de plástico para os oceanos está a tornar-se, nos últimos anos, uma das principais preocupações ambientais, especialmente tendo em conta as notícias que chegam continuamente sobre imensas ilhas flutuantes deste tipo de resíduo e à presença de micropartículas plásticas numa infinidade de organismos marinhos e terrestres.

Portanto, cerca de 250 empresas em todo o mundo decidiram criar o Compromisso Global para a Nova Economia de Plásticos (New Plastics Economy Global Commitment), uma associação que visa criar uma economia circular que elimina o uso desnecessário de embalagens e promove a reutilização.

O tempo dirá se essas medidas são realmente efetivas ou serão insuficientes, como algumas organizações ambientais já preveem, para as quais esses gestos são insuficientes.

O objetivo é que, até 2025, o total das embalagens utilizadas pelas empresas aderentes seja reutilizável, reciclável ou adequado para conversão em composto. O compromisso inclui grandes multinacionais de alimentos, distribuição, têxteis, cosméticos e beleza, bem como alguns dos maiores produtores de embalagens e plásticos do mundo, sob a direção da Fundação Ellen MacArthur, a colaboração da ONU e o endosso do Fórum. World Economic e a organização internacional The Consumer Goods.

Essa iniciativa une-se àquela liderada, por exemplo, pela União Europeia, que, depois da sua diretiva que visa eliminar ou limitar a presença de sacolas plásticas nas lojas, agora volta os seus olhos para outros objetos quotidianos, como palhinhas, pratos, talheres e outros utensílios de plástico, claramente usados ​​em excesso, e que agora é proposto para ser eliminado até 2021.

O tempo dirá se essas medidas são realmente eficazes ou não, como algumas organizações ambientais já preveem, para as quais esses gestos são insuficientes, defendendo uma redução drástica no uso de embalagens, e não tanto para reciclagem.

 
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