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BC PORTUGAL - Queres melhorar o teu negócio e a tua profissão? - 12 e 13 de fevereiro de 2023
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MERCADOS

As novas gerações catalisam um setor, o da beleza, que vai gerar 800.000 milhões em 2023

Trata-se de um avanço de 50% contra o que se faturou em 2017


04/11/2022

Segundo CB Insights, em 2023 a indústria cosmética vai gerar 800.000 milhões de dólares, 50% mais que em 2017, quando a faturação alcançou os 530.000 milhões. Esta evolução tem dois principais catalisadores: o aumento da esperança de vida e as novas gerações.

Em relação a isto, faz duas décadas esperava-se que vivêssemos a nível global 67,4 anos de média, hoje esta previsão já supera os 72 anos. Assim, o cuidado da pele foi e será a linha de negócio mais rentável do setor, com uma quota de mercado superior a 35% segundo os dados que recompila Statista.

As novas gerações, os influencers do setor beauty

Por outro lado, as novas gerações e a sua maneira de consumir está a supor uma mudança sem precedentes na indústria. Os canais de acesso a estes produtos multiplicaram-se exponencialmente graças a Internet e as redes sociais. Agora, o comprador não tem que se aproximar a uma loja, como que dispõe de um catálogo infinito à sua disposição num só clic. Já em 2017 os conhecidos como millenials (nascidos entre 1980 e 2000) consumiram 25% mais de cosméticos que dois anos antes. E consomem e muito a beleza, com 6 ou mais produtos por dia, segundo NPD.

A beleza nas redes

Em 2021 viu-se cada dia mais de um 1 milhão de vídeos de beleza no Youtube.

A isto se une o facto de que cada vez mais homens a consumir cosmética.

As companhias de beleza aumentam os seus dígitos de lucro

Segundo as previsões dos especialistas, as dez maiores companhias do setor vão ganhar em conjunto quase 51.000 milhões de dólares em 2021, 6% mais que o ano passado.

O S&P Global Luxury, composto pelas 80 maiores empresas cotizadas cujos negócios estão relacionados com a produção ou, a distribuição de bens de luxo ou que oferecem serviços neste âmbito, inclui entre as suas filas a quatro firmas cosméticas. Trata-se de Estée Lauder, Shiseido, AmorePacific e Interparfums. Entre elas, a favorita dos especialistas é, sem dúvida, a companhia fundada por Josephine Esther Mentzer, mais conhecida como Estée Lauder e o seu marido Joseph Lauder em 1946.

Segundo a Stanpa, Associação Nacional de Perfumaria e Cosmética, “o consumo de perfumes representa 20% do total da indústria da beleza”.

Vale em bolsa mais de 70.000 milhões de dólares, ganha mais de 1.700 milhões e fatura quase 15.000 milhões nos mais de 150 países em que está presente. Entre as suas mais de vinte marcas encontram-se algumas como Bobbi Brown, MAC, Too Faced ou Tom Ford Beauty. Para Deborah Aitken e Maxime Boucher, analistas da indústria de Bloomberg, a forma está a confirmar com os seus números “mais rentáveis melhorias nos modelos da China, Ásia e o cuidado da pele. com quase 50% dos talões e mais de 80% dos lucros, o cuidado da pele impulsiona o seu êxito”.

Outra das empresas que saíram de compras para reforçar o seu negócio foi Shiseido. A marca nipónica fazia-se em 2020 com cem por cento da empresa norte-americana Drunk Elephant por 845 milhões de dólares.

Shiseido, além disso e com esta aquisição, comprou o conceito de “beleza limpa”, já que Drunk Elephant é conhecida pelas suas fórmulas livres de ingredientes com má reputação e pela sua filosofia sustentável. Daí que se conecte tão bem com esta parte da população.

Por sua parte, a sul-coreana Amorepacific, um conglomerado da beleza e os cosméticos defende uma das margens brutas mais elevadas do setor.

No caso da francesa Interparfums, uma das grandes multinacionais da perfumaria, ainda que tem uma recomendação de venda, conta a sua favor com a importância deste segmento. Segundo a Stanpa, Associação Nacional de Perfumaria e Cosmética, “o consumo de perfumes representa 20% do total da indústria da beleza”.

 
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