Ava, dedicada à tecnologia médica, e conhecida por criar a primeira pulseira capaz de detetar os dias mais férteis de cada mulher, lança agora uma nova função para ajudar as utilizadoras a saber se ovularam ou não durante o ciclo.
Desta maneira analisam-se, de forma automática, os dados de cada utilizadora para detetar uma mudança bifásica nos seus parâmetros fisiologicos durante o ciclo. Determinados parâmetros fisiológicos: temperatura da pele ou a frequência do pulso em repouso aumentam como resposta o aumento de pregesterona que tem lugar depois da ovulação.
Esta predição é muito importante para saber se a gravidez chega a produzir-se, pois 12% das mulheres têm ciclos anovulatórios, ou seja, aqueles em que não se produz ovulação.
Há mulheres que alternam ciclos em que se liberta o óvulo e ciclos em que não, e outras sofrem de anovulação crónica. As causas devem-se ao síndrome do ovário poliquístico, stress ou transtornos alimentares. Noutras ocasiões, o folículo que contém o óvulo simplesmente não se rompe, pelo que não se produz a sua libertação, podendo provocar atrasos ou ausência de menstruação.
Em relação à pulseira Ava, a empresa explica que a utilizadora deve colocá-la para dormir, que é quando se recolhe a informação de vários parâmetros fisiológicos. Na manhã seguinte, apenas tem que sincronizar o wearable com a app de Ava para smartphones, sabendo em tempo real se se encontram num dia de baixa, alta ou máxima fertilidade.
Esta nova função, para saber se também ovulou, responde a inquietudes e procuras das mulheres atuais. Ava é o único dispositivo disponível na atualidade capaz de detetar um padrão bifásico não só baseado na temperatura, como também em outros parâmetros como a frequência do pulso em repouso.