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MERCADOS

Comércio eletrónico de beleza e higiene, mais de uma terça parte do mercado em 5 anos

Depois do auge do comércio online durante a pandemia espera-se que este crescimento acelere cada vez mais


11/12/2021

Nos próximos cinco anos, espera-se que a participação do comércio eletrónico represente quase 27% das vendas mundiais de produtos de higiene e beleza, segundo um estudo.

O setor da higiene e da beleza, agoniado pela crise sanitária, continuará a mudar. Para 2026, deveria custar 1,140 milhões de euros, incluídos 305 mil milhões de euros gerados apenas pelas vendas em linha, assegura o último relatório da plataforma de dados britânica Edge Retail Insight (Edge by Ascential), tornado público por CosmeticsDesign-Europe.

“O que significa que o comércio eletrónico neste setor estaria preparado para crescer três vezes mais rápido que o das lojas físicas durante os próximos cinco anos”, diz o documento. Na zona EMEA (Europa, Médio Oriente e África), deveria aumentar 9,4% entre 2021 e 2026, contra 3% das lojas físicas. As vendas em linha vão representar mais de um terço (36%) do crescimento das vendas do mercado para 2026, agrega o relatório.

Nos próximos cinco anos, espera-se que a participação do comércio eletrónico represente quase 27% das vendas mundiais de produtos de higiene e beleza, segundo um estudo.

Perante o auge dos grandes marketplaces, como Alibaba, Amazon ou JD.com, iniciaram grandes manobras. Sephora comprou o website inglês de produtos de beleza Feelunique.com este verão, depois de fechar uma associação estratégica com Zalando, líder em moda online, em junho para abrir e-perfumarias nas plataformas europeias do gigante alemão.

A estratégia omnicanal, garantia de êxito

A chave para o êxito?

“Maior colaboração entre distribuidores e marcas”, segundo Florence Wirght, analista senior de Edge by Ascential. “Se as marcas e os empresários colaboram mais, esta colaboração pode terminar em determinadas iniciativas realmente geniais, criativas e inovadoras. A abertura à colaboração é realmente importante”, disse o consultor para CosmeticsDesign-Europe.

Uma estratégia já planteada pelo grupo L’Oréal por exemplo. Em maio, o seu novo CEO, Nicolas Hieronimus, sucedendo no cargo a Jean-Paul Agon, descreveu “um ecossistema onde o consumidor se move de um a outro”, onde o comércio online e físico não só coexistem, como que se reforçam mutuamente.

A loja “deve reinventar-se para oferecer experiências ao consumidor, quem sempre terá que ir testar novos produtos na loja”, acrescentou.

 
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