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TENDÊNCIAS DE MERCADO

'Cum Laude' em Inovação

É o que exige o futuro. Depois de ter deixado para trás o ano mais fatídico da Covid-19, a indústria da beleza testa e mostra as suas últimas tendências, onde a inovação tem a última palavra


22/01/2021

Apesar da interrupção de desenvolvimento de novos produtos, especialmente no início da crise Covid-19 e o impulso posterior à inovação, num ano muito complicado para as vendas, as marcas de beleza e cuidado pessoal, não cessaram esforços no seu empenho se superação.

Mintel Global New Products Database (GNPD) contabilizou mais de 180.000 novos produtos/variantes de produtos de beleza e cuidado pessoal em 2020.

E não apenas isso, neste trajeto também surgiram novas palavras e conceitos, e até tendências, algumas das quais podem permanecer, e muito tempo, entre nós. É o caso do 'maskné', 'quarantine sunburn', 'beauty insperiences', 'COVID-washing', 'lockdown face' e mais.

Os analistas de Mintel reviram estes milhares de lançamentos e enumeram alguns dos favoritos pelas suas condições e resposta aos consumidores e utilizadores.

O que é claro é que a inovação neste campo requer de 'Cum Laude' para permanecer. Quais são as correntes então que assinalam mais certeiramente ao zênite do êxito em vendas?

Vamos tentar decifrá-lo.

Uma premissa, a desinfeção

2020 foi o ano do desinfetante de mãos. As vendas e as inovações aumentaram à medida que a gente tratava de proteger-se da Covid-19.

Prevê-se que 2021 vai impulsionar uma maior evolução, expansão e protagonismo se cabe dos desinfetantes, pelo que as marcas hão-de manter o compromisso e a competência.

A consequência desta explosão, em 2020 vimos aos desinfetantes passar de mãos ao cuidado facial e o cuidado do cabelo e assim ao lar e às superfícies de todos e negócios.

Uma tendência em voga.

A diversidade finalmente é feita com o protagonismo da beleza

À parte da Covid-19, 2020 também trouxe outros movimentos por causa das políticas e relações nas sociedades. O movimento Black Lives Matter, estimulado pela trágica morte de George Floyd - juntamente com o impacto desproporcionado da Covid-19 em pessoas de minorias étnicas - convertia-se num catalisador para que as marcas de beleza se centrarem plenamente na diversidade, igualdade e inclusão. O seu impacto alcançou 48% dos adultos norte-americanos, segundo Mintel, que se distinguem por se oporem às injustiças raciais.

A procura futura de cosméticos aptos para o uso de máscaras faciais dependerá se o hábito de usar estas continua, o qual parece o mais possível até à erradicação do coronavírus.

Assim, constataram-se estratégias que eliminam palavras como branqueamento dos slogans e campanhas de beleza, como o caso de L'Oréal.

As inovações centradas na inclusão e diversidade vão continuar a avançar em 2021, como uma brecha no mercado da inovação mais especializada e com maior futuro.

O conceito amigável nos produtos de beleza

No ano que deixamos para trás, as marcas de cuidado da pele apressaram-se a dar resposta ao impacto de usar máscaras faciais na pele dos utilizadores. Muitos produtos tópicos surgiram para cuidar da pele facial que se viu mais 'irritada' e 'vermelha' pelo uso das máscaras, acunhando o termo 'maskne' como um dos hits do ano (o acne derivado do uso de máscaras).

A procura futura de cosméticos aptos para o uso de máscaras faciais vai depender se o hábito de as usar continua, o qual parece o mais possível até à erradicação do coronavírus, agora até a debater-se, se não seria bom utilizar também e para sempre em épocas de contágio de gripe, por exemplo.

Mas não apenas isso, o olhar, e a consequência também deste novo artigo, a máscara, cobrou um prepotente papel e protagonismo. Em 2020, as marcas de cosméticos aperfeiçoaram os olhos e a consequência dos confinamentos, o teletrabalho e os encerramentos em casa, na luta contra os efeitos da maior exposição à luz azul dos ecrãs.

A maquilhagem e as fragrâncias ameaçados como nunca antes visto

A maquilhagem e as fragrâncias enfrentaram dificuldades particulares em 2020 à medida que se passava mais tempo em casa e se socializava menos. No Reino Unido, mais de 40% das pessoas entre os 16 e os 34 anos de idade estão de acordo em que as fragrâncias apenas são necessárias quando estão ao pé de outros. Não obstante, as marcas destas categorias trataram de manter a sua atração, muitas vezes através da ampliação de categorias e as empresas colaborativas.

No meio de um mercado de maquilhagem alterado, conceitos e utilizações complementares na maquilhagem como o cuidado da pele, a naturalidade e a permanência ou o "não mancha", fizeram-se fortes. E todas as firmas aproveitam-se das tendências veganas, livres e sem género.

Enquanto a aromas de perfumes "o cheiro da limpeza", impõe-se. Como também o perfume e maquilhagem sólido ou em pó.

Assim se detalha o mapa da beleza no Ocidente que exige inovação por todas as partes.

 
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