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Nutrição

Dieta cetogénica, mais além de uma dieta milagrosa

A dieta cetogénica volta a estar na mosa por ser a que seguem para perder peso de forma fulminante celebrities e famosas como as Kardashians. Mas antes delas existiu Rawle, o seu descobridor no tratamento da epilepsia


28/08/2018

Com polémica ou sem ela, muito de tem falado no passado e fala-se da dieta cetogénica, esta volta a estar na moda. Rodeada, isso sim, de certo ar frívolo, já que que se encarregou de devolvê-la à primeira linha de fogo são celebridades como as Kardashians, Megan Fox, Halle Berry ou Adriana Lima. Todas modelos a seguir, tristemente por muitos adolescentes que querem ser como elas e também, mulheres adultas desejosas de disfrutar das mesmas curvas e linhas que estas estrelas de reality e passerelles.

Paixão por ela

Mas, o que é a dieta cetogénica e porquê essa paixão por ela. Trata-se de uma dieta para perder peso de forma rápida e sem deixar de comer. Assim, a dieta cetogénica centra-se na ingestão de mais alimentos ricos em proteínas e gorduras e apenas restringe os glúcidos e açucares. O seu objetivo: gerar uma situação de cetose, excesso de cetonas no sangue, similar ao jejum. A perda de peso constata-se quase imediatamente.
Ou seja, falamos essencialmente de um plano de alimentação muito alto em gorduras saudáveis e muito baixo em carbohidratos, o que obriga o corpo queimar gorduras no lugar de carbohidratos como fonte principal de energia. Alimentos ricos em proteínas e altos em gordura, como o salmão, os lácteos inteiros, ovos, abacate, frutos secos, azeite e vegetais baixos em carbohidratos são eliminados. Para que o corpo entre neste estado e comece a utilizar gordura como fonte de energia, a ingestão de carbohidratos não pode superar os 50 gramas diárias, o que são exatamente duas bananas.

Sem esquecer nunca que toda a dieta tem de ser prescrita e seguida por um médico, nutricionista ou endócrino, a dieta cetogénica volta a estar na moda. As culpadas, principalmente as Kardashians e a sua "mágica influência", sobretudo da irmã Kourtney, que se encarrega de deixar claro e apregoar aos quatro ventos através das redes sociais e web, o seu plano de "desintoxicação" baico em carbohidratos. Um dia típico na vida de Kourtney inclui um batido verde com abacate para o pequeno-almoço, e proteínas e verduras para o almoço e jantar. Apesar de não declara explicitamente que segue a dieta cetogénica. E afirma que é o seu segredo para acabar com a celulite e disfrutar de um ventre plano.

Antes das Kardashians existiu Henry Rawle

Mas a dieta das celebridades existiu muito antes delas. E o seu fim e origem centrava-se mais na saúde, concretamente no tratamento e cura de uma doença como a epilepsia, que no perentório desejo de baixar de peso que persegue e obsessiona a sociedade ocidental, por outro lado, cada vez mais obesa, tal como confirmam as estatísticas e podemos ver com os nossos próprios olhos cada vez que saímos à rua, não temos que ir longe.

O plano de alimentação cetogénico, nascia concretamente em 1921. O seu descobridor e prescritor foi Henry Rawle Geyelin.
Geyelin planteou os benefícios terapêuticos desta dieta para o tratamento de crises epiléticas, ainda que 90 anos depois a sua fórmula tenha sido recuperada pela conhecida dieta Atkins cujo objetivo não é outro que não a rápida perda de peso.
Ainda podemos remontarmos mais atrás no tempo para comprovar como a cetosis já era uma arma recorrente em medicina desde quase o princípio dos tempos. Os antigos gregos já descobriram no seu momento que uma das melhores maneiras de manejar os ataques de epilepsia era deixando de comer.
Ainda que também seja certo que tanto Hipócrates como Geyelin, nos seus tempos, constataram com os seus experimentos que uma vez que o jejum havia terminado as convulsões voltavam com mais força.

A dieta cetogénica é plano de alimentação muito alto em gorduras saudáveis e muito baixo em carbohidratos, o que obriga o corpo queimar gorduras no lugar de carbohidratos como fonte principal de energia.

A dieta cetogénica teve muito êxito até ao ano de 1938 quando se descobriu a fenitoína, medicamento anticonvulsivo que começou a empregar-se de forma generalizada para tratar a epilepsia.

Outras atuações demonstradas

A dieta cetogénica, não obstante, foi estudada em numerosas ocasiões, demonstrando também que era capaz de evitar o crescimento de tumores e atrasar significativamente o aparecimento da doença de Alzheimer.
Batizada como A dieta do Autocontrolo pelo professor Thomas Syfried da Universidade de Boston, este por sua vez, e como não nos cansaremos de repetir, incidia na importância de lavá-la a cablo sob o controlo médico: "Se se realiza incorretamente pode modificar os parâmetros de lípidos no sangue, o qual poria em perigo a nossa saúde".
É fundamental que esta esteja regulada e guiada e estruturada por especialistas: "Esta dieta não é para ser levada a brincar e há profissionais da saúde que trabalham especificamente na sua administração".

 
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