Lendan apresenta o seu creme diário pré-biótico que protege da luz azul, conseguindo aumentar o seu limiar de tolerância, além de combater o inflammaging, envelhecimento prematuro ligado à inflamação da pele pela debilitação do sistema imunitário que perde a sua capacidade de controlar a sua resposta anti-inflamatória. Este processo degrada as fibras de colagénio, elastina e de matriz extracelular, que se refletem no aparecimento de rugas e envelhecimento.

O creme conta com um sistema de proteção de luz azul, que atua como um escudo para a pele protegendo-a dos efeitos negativos deste tipo de radiações. É própria da iluminação artificial (led), dispositivos eletrónicos como computadores, televisores ou telefones móveis, e pode chegar a causar danos significativos na epiderme, pela sua capacidade de penetrar na pele de maneira mais profunda que os raios UVB ou UVA.

A exposição prolongada pode derivar em diversos problemas como a hiperpigmentação da pele (manchas), inflamação cutânea, debilitamento da barreira epidérmica e efeitos de envelhecimento, entre outros.

O creme diário pré-biótico de Lendan conta com um sistema de proteção de luz azul, que atua como um escudo para a pele protegendo-a dos efeitos negativos deste tipo de radiações.

Segundo Lendan, os pré-bióticos são substâncias capazes de "favorecer seletivamente" o crescimento, equilíbrio e a atividade da microbiota. Atuam como superalimento favorecendo o crescimento dos microorganismos benéficos que se encontram de forma natural na pele, reduzindo assim a possibilidade de proliferação de bactérias danosas ou patogénicas.

Agora os próbióticos encontram-se em alguns alimentos como o iogurte e não se utilizam em cosmética, dado que a lei europeia tem uns limites claros para impedir a presença de microrganismos vivos em produtos cosméticos.









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