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MARKETING

Macrotendências do marketing digital, os anunciantes preferem o on-line

O investimento das marcas em marketing digital cresce exponencialmente desde o confinamento. Trata-se da estratégia preferida pelos anunciantes. Descobrimos como é o chamado marketing de influência e o que é preciso para ser influente


19/02/2021

A estratégia do marketing de influência é objeto de estudo. Desde que nascera, recentemente, na realidade, é uma tendência que cresce. Na sua globalidade, a indústria do marketing, e em concreto do setor publicitário, foi uma das mais prejudicadas pela crise do coronavírus. Mas a meio deste panorama, a publicidade através do formato digital, as webs, as redes sociais e do coletivo dos influencers, ganhou em protagonismo, mantendo uma tendência em voga que já tinha iniciado em 2019.

Se o marketing de influência chegou há uns anos, em 2019 cresceu 185% em Espanha, e em 2020 consolidou-se como uma estratégia a seguir de perto. Os prognósticos para 2021 multiplicam-se exponencialmente. Independentemente do setor que se trate, se falamos de venda de produtos ou serviços, o marketing de influência, com o covid e o fenómeno Filomena, viu-se reforçado, no ponto de mira de marcas, anunciantes, agências, plataformas sociais e influencers.

71% do investimento em publicidade para os suportes digitais

Esta é uma realidade avaliada pelos números. O gasto de investimento no marketing de Influência em Espanha em 2020 foi de mais de 190 milhões de euros, e já supôs um aumento contra 100 milhões que se investiram em 2019. A previsão em 2021 é de mais de 200 milhões de euros em campanhas através de prescritores digitais no nosso país.

Espanha seria um dos países onde mais se aumentaria este investimento publicitária este ano 2021 a nível mundial (apenas atrás do Reino Unido e da India). Em Europa, o crescimento projetado estima-se que será do 9,1%. IAB calcula que 71% do investimento publicitário irá parar a suportes digitais. Isto supôs um aumento do gasto em investimento digital de 14% contra o de 2020, que vinha a impulsionar sobretudo pelos negócios médios e pequenos, pela melhoria nas estratégias omnicanal e, maioritariamente, pelo auge do comércio eletrónico.

Os fatores do crescimento no investimento no digital

Trata-se de influencers de qualquer tipo, a tua plataforma também pode ser influencer, ou tu mesmo, professional, ou o teu centro ou negócio. Está claro, o digital tomou as rédeas.

Segundo IPG Mediabrands, há vários fatores que avaliam este crescimento do investimento no digital:

  • Aceleração do aumento do uso dos meios digitais.
  • A priorização das estratégias focadas na conversão dirigidas a gerar vendas e conquistar maior quota de mercado.
  • A escalabilidade e flexibilidade da utilização de meios digitais em pequenas empresas e marcas direct to consumer. Aceleração do crescimento do e-commerce, durante e depois do confinamento com o Covid, que se viu reforçada pela situação gerada depois de Filomena. Tudo isso fez com que os hábitos dos consumidores estão a mudar constantemente, com o que “há que mudar as estratégias de forma ágil, rápido, e flexível”, confirmam-nos com o seu testemunho desde a empresa de marketing de Influência Brandscomm.

Dentro dos investimentos no digital, as estratégias de 'marketing de influência' obtêm visibilidade e ao mesmo tempo um retorno rápido, "com aumentos em números de vendas", em testemunho de Luxurycomm. A indústria da publicidade tradicional (como a entendíamos até agora) baixou os seus investimentos em 20% aproximadamente no último ano, enquanto que o mercado de investimento em influencers cresceu mais de 46%.

"Depois de muitos anos apostamos pelo ambiente digital, o auge do e-commerce e das estratégias de comunicação e marketing digital consolidam-se em todos os setores do mercado, e assentam-se no setor do Luxo e o Premium", assegura Cayetana Vela, de Luxurycomm.

Quando se chega ao ponto mágico em que se cria uma comunidade fiel e o meio digital torna-se popular, as marcas fixam-se nele. Convertem-se em necessidade para o anunciante.

"O Marketing de Influência nasceu como um fenómeno que para muitos era efémero, mas soube reinventar-se e adaptar-se a cada situação, como ocorreu no passado ano 2020 e esperando um crescimento exponencial em 2021", afirma Cristina Quesada, sócia da agência Luxurycomm.

O Covid como ponto de inflexão

A pandemia, e com isso o confinamento, colocou um ponto de inflexão para as marcas que apenas tiveram tempo para reagir.

Os pressupostos aumentam para as estratégias de venda sendo clara a preferência pelo on-line. A aposta pela publicidade e o marketing digital é uma tendência que obrigou ao mercado ao rever a regulação (que entrou em vigor em janeiro 2021), a diversidade, as restrições em ROI e a criatividade do ano para afiançar a maturidade de um mercado que cada vez se consolida mais como uma alternativa à publicidade tradicional.

Outra das lições depois estes meses, é a importância de criar um conteúdo ad hoc, mais espontâneo, fez o momento e para um público muito concreto. Mas sem dúvida, a Geração Z, continua a manter-se como o grande foco das marcas em geral, e em particular das marcas de luxo, já que contam com um alto poder aquisitivo (aproximadamente esta geração move 100 bilhões de dólares ao ano) estando dispostos a gastá-lo em aqueles que seja autêntico e conta com valores que compartilham, primando pela qualidade contra a quantidade. O fazer sentir único ao consumidor será fundamental aproximadamente e sobretudo para esta Geração Z.

As webs e perfis, como ser influencers na era do marketing digital

Quando se chega ao ponto mágico em que se cria uma comunidade fiel e no meio digital se torne popular, as marcas fixam-se nele. Convertem-se na necessidade para o anunciante.

Não obstante, as vendas não só se conseguem através dos teus produtos ou serviços. A tua audiência pode dar-te mais trabalho do que acreditas e permitir-te vender também o teu website. Ou parte do seu espaço.

Os meios digitais que triunfam, possuem as seguintes características:

1) Autoridade.
As boas práticas da web e plataformas com autoridade são:

  • Possuem uma estrutura consistente.
  • Geram laços de qualidade.
  • Têm presença nos diferentes espaços social media.
  • Constroem laços internos.
  • Geram conteúdo de qualidade.
  • Fazem intercâmbios de publicações.
Se o 'marketing' de influência chegou há uns anos, em 2019 cresceu 185% em Espanha e em 2020 consolidou-se como uma estratégia a seguir de perto. Os prognósticos para 2021 multiplicam-se exponencialmente.

2) As suas redes sociais, contam e muito.

3) Possuem conteúdo através do qual se promove a interação.
Publicam comentários e obter opiniões dos leitores sobre certos produtos ou serviços do setor. Questionários, editoriais, fóruns...

4) São mobile-friendly.
O feito de ter todos os seus conteúdos e espaços adaptados a todos os dispositivos não é uma opção para eles, é uma obrigação. E ainda que não deveria ser necessário fazer finca-pé neste aspeto, ainda há quem não lhe preste a devida atenção.

De que serviria um anúncio que não se mostra corretamente? Apenas perderia interações. Para atrair anunciantes as melhores webs disfrutam de uma ótima e uma boa presença móvel.

5) Oferecem mais oportunidades aos anunciantes.
Não se ficam nos banners mais simples. Às vezes podem ficar aborrecidos. Planteia novos formatos e novas ideias para que os anunciantes promovam a sua marca no seu website.

Técnicas como o 'guest posting', os artigos patrocinados ou os vídeos são alguns dos exemplos de ações que podem resultar mais atrativas para os anunciantes.

Quais serão as macrotendências do marketing de Influência em 2021

Um Influencer é um termo amplo, ainda que num primeiro momento não se pense assim. Os influencers podem ser as próprias marcas e/ou meios digitais e a sua própria ação efetivamente para influenciar.

Resumimos algumas das macrotendências em relação a Influência digital.

1. Autenticidade e Personalização.
Á pergunta de quais serão as macrotendências em marketing de Influência para o ano 2021, sem dúvida alguma vão estar a autenticidade e a personalização com a qual conseguimos uma interação real entre marcas e consumidores, e obtendo campanhas mais rentáveis.

Falamos de Geradores de Conteúdo mais que de Influencers, com os quais consegues um alcance através de amplificações pagas contéudo.

Além do Scouting ou seleção dos melhores perfis, o tipo de mensagens a transmitir em cada situação, como se comunicam de uma forma credível, fresca e autêntica, e os melhores momentos para transmiti-los, serão chaves para o êxito das campanhas de 'Marketing de Influência'. A estratégia publicitária que vai triunfar em 2021 será a que recrute influenciadores, informação e pessoas, que de forma real alcancem as 'Tribus' de consumidores das marcas, incorporando conteúdo autêntico, personalizado, e relevante para os consumidores.

Técnicas como o 'guest posting', os artigos patrocinados ou os vídeos são alguns dos exemplos de ações que podem ser mais atrativas para os anunciantes.

2. Advocacy Marketing. Embaixadores de marca a longo prazo: durante o 2021 o foco estará em aqueles influencers com talento, com grande engagement (ou poder de interação com as suas Comunidades), que compartilhar os valores das marcas.

O Advocacy Marketing é já uma chave fundamental dentro das estratégias das marcas. As marcas entendem que o objetivo das suas campanhas não só consiste em atrair novos consumidores como mantê-los e que se convertam em verdadeiros prescritores (Advocates) das suas marcas. Para isso procuram estabelecer alianças estratégicas com embaixadores a longo prazo, que sejam embaixadores de marca, e com os quais podes estabelecer uma longa relação através destes Advocacy Marketing. Isto fará com que o conteúdo que se acredite e que as suas campanhas sejam mais credíveis e naturais, porque o embaixador sente-se vinculado realmente com a marca, tendo mais impacto e melhores resultados.

3. Diversidade, Empatia e Sustentabilidade. São três aspetos fundamentais que terão que estar presentes numa boa estratégia de Marketing de Influência em 2021.

Durante o Covid já se falava do human to human contente e os últimos acontecimentos não fizeram mais que reafirmar esta necessidade de que os influencers empatizem e conectem com as suas comunidades. Sem dúvida serão obrigados a saber tratar sobre temas “sensíveis” que impactem na sociedade e o meio ambiente.

Os consumidores procuram marcas que se posicionam em questões sociais e focadas na diversidade.

Em 2021 a diversidade será fundamental, sendo a Geração Z a que mostra uma maior preocupação por isto: os direitos da Comunidade LGBTI e a responsabilidade social. Especial ênfase no mercado asiático que se introduz abruptamente noutros mercados.

A este compromisso social une-se um compromisso meio-ambiental. Houve um aumento de consciência nas marcas e nos consumidores.

"As Marcas e também as Agências vão ter que ser mais precavidos e valorizar com muito cuidado como promovem ou anunciam os seus produtos para não aumentar as procuras do excesso de consumo assim como encontrar formas de organizar eventos com influencers que sejam éticos e respeitem mais o meio ambiente", explica Rebeca Muinelo, diretora de Marketing de Influência na agência Luxurycomm.

Espanha seria um dos países onde mais se aumentaria este investimento publicitário este ano 2021 a nível mundial (apenas atrás do Reino Unido e da India).

4. TikTok, a rede social emergente.
TikTok foi a plataforma social protagonista do ano 2020, com um alto poder de alcance e Engagement através dos seus vídeos.

5. Stories patrocinados.
O primeiro Story surgiu no verão de 2016. Esse ano eram 160 milhões de pessoas que utilizavam este formato. Atualmente são mais de 500 milhões quem usa os stories todos os dias. E ainda que tenham nascido no Instagram, praticamente todas as Redes Sociais têm agora Stories dentro das suas plataformas sociais (Linkedin, Facebook, Twitter…).

6. Migração de conteúdos e explosão do vídeo.
“Se o 2020 foi o ano dos eventos virtuais pelo confinamento e as circunstâncias, em 2021 o conteúdo dos diretos continuará a acumular muito interesse no perfil dos influencers. 2021 será o ano da explosão e consolidação dos formatos em vídeo”, confirma Cayetana Vela.

7. A grande carreira de competência do e-commerce.
O comércio eletrónico continua a ganhar inteiros.

8. Crescimento dos investimentos em publicidade através de podcast. Os podcasts já existiam desde há muito tempo, e em 2021 será o ano da sua consagração. Nos EUA mais de 73 milhões de americanos escutaram pelo menos uma vez um podcast e prevê-se que em 2022 esta plataforma aumente 81% a nível mundial e expluda a sua utilização em Espanha.

9. Crescimento do conceito de 'Influencer House'.
·Um conceito novo em Espanha e que se refere a grupos de influencers que vivem juntos num mesmo lugar por uma marca para gerar conteúdos", explicam fontes de Brandscomm. "Com o covid, há mais interesse neste tipo de colaborações, pela sua habilidade em amplificar o seu poder criativo e alcançar de forma exponencial e impactar diferentes comunidades".

10. Estratégias de Agências e 'Golden Rules'. As agências como Luxurycomm definem umas 'Golden Rules' que deixará de lado os critérios menos afins para os objetivos de cada campanha e vão estudar-se as Comunidades dos Influencers, o tipo de Likes, e um grande número de critérios que são fundamentais para alcançar os melhores objetivos em benefício das marcas.

Em resumo, o marketing digital consolida-se e reinventa-se neste 2021, e tem muito que contar.

 
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