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O uso milenário do óleo essencial de lavanda em medicina e aromas

Com os famosos campos de Brihuega, Guadalajara, convertidos numa das maiores produções de lavanda, o óleo essencial desta planta é altamente procurado desde há milénios pelas suas qualidades como aroma e utilização para a saúde e a beleza


01/01/2022

A lavanda possui uma das suas máximas expressões no óleo essencial, produto da destilação de flores frescas de várias espécies de espliego (lavándula), que pode apresentar aspeto incolor, amarelo ou verde amarelo.

É de aroma agradável e sabor amargo.

Entre as suas principais componentes encontramos linalol, acetato de linalito, geraniol, cumarina, furfural e broneal. Emprega-se em perfumaria, beleza e em medicina.

Na sua fórmula de óleo essencial disfruta de uma grande popularidade, pesa a ser uma planta mais simples e discreta. As propriedades do óleo essencial de lavanda são tão numerosoas que se chegou a considerar como um dos remédios de aromaterapia mais completos.

Existem vários tipos de lavanda ou plantas afins, mas referimo-nos aqui o óleo essencial que se obtém da lavanda oficinal ou lavandula angustifólia, uma planta que pertence à família da labiadas e que se acredita que é originária de Pérsia.

O habitat natural desta lavanda são as zonas montanhosas, onde prospera entre os 800 e 1.900 metros de altitude. Floresce em verão, entre julho e agosto.

A origem e planta da lavanda

São numerosos os escritos que, em tempos passados, mencionaram a lavanda e as suas propriedades, mas realmente não se sabe exatamente a que lavanda se referiam, pois naquelas épocas usavam-se indiferentemente o cantueso (lavandula stoechas), o espliego (lavandula spica) ou a lavanda oficinal, segundo cresciam em cada lugar.

O óleo essencial de lavanda não tem contraindicações nem toxicidade nas doses habitualmente recomendadas em aromaterapia.

O óleo essencial de lavanda começa-se a produzir a princípios do século XVI, no sul de França. A partir do século XX a procura deste óleo essencial aumenta consideravelmente. Países como Inglaterra, Estados Unidos e na Tasmânia ou os Balcãs, entre outros, começam a produzi-la.

Em Espanha, os conhecidos campos de Brihuega em Guadalajara, maioritariamente campos de lavandines (lavandula x hybrida).

Diferenças entre lavanda, espliefo e lavandim

É comum confundir a lavanda (Lavandula angustifólia) com o espliego (lavandula spica) e o lavandim (lavandula hybrida).

Porém, é relativamente fácil distinguir as três plantas:

  • Flores e folhas de lavanda e o espliego: a lavanda e o espliego são plantas muito parecidas, distinguem-se por talos das inflorescências e pelo tamanho das folhas. Fixando-se nos talos: no caso do espliego o talo é triplo formando um tridente. Na lavanda só observaremos um único talo.
  • As diferenças contra o lavandim: o lavandim nasce do cruzar natural entre a lavanda e o espliego. É uma planta estéril, o talo da inflorescência tem também forma de tridente. A inflorescência é notavelmente mais longa que a da lavanda e o do espliego.
  • Crescem em lugares diferentes: outro dado importante à hora de distingui-los é o seu habitar. O espliego e o lavandim crescem por debaixo de 800 metros de altitude; a lavanda, em mudança, não suporta as altitudes baixas e cresce por cima dos 800 metros de altitude.
  • O cantueso: da mesma família, costuma também gerar confusões, mas a sua flor é muito diferente e cheira ligeiramente a tomilho. Também conhece-se como tomilho borriquero.

As propriedades do óleo essencial de lavanda

Os óleos essenciais de lavanda e lavandim têm composições bioquímicas similares; em mudança, o espliego é quimicamente diferente.

Por isso é tão importante não confundi-lo com o óleo essencial de lavanda: não obteríamos os resultados relaxantes e sedantes esperados.

São múltiplas os fatores que influenciam no aroma do óleo essencial de lavanda, uma das suas características principais: a proveniência, o modo de cultivo, a origem das sementes (clones ou silvestres). Estes fatores também podem repercutir nas propriedades do óleos essencial de lavanda.

A nível terapêutico, o óleo essencial de lavanda atribuem-se as seguintes propriedades:

  • O mais destacável do óleo essencial de lavanda são as suas propriedades relaxantes, sedantes, antimicrobianas e contra a dor, que o fazem muito indicado para situações de stress, para favorecer o sonho e combater a insónia, para acalmar a ansiedade e para aliviar diferentes tipos de dor, como a dor de cabeça ou a dor de regra.
  • Ajuda a regular a tensão arterial e tranquiliza.
  • Também é um valioso remédio para cicatrizar diferentes tipos de feridas e queimaduras.
  • Recomenda-se para tratar certos tipos de eczema e para acalmar as comichões.

Quando usar o óleo essencial de lavanda

O óleo essencial de lavanda resulta muito útil nas seguintes situações, que descrevemos de seguida com mais detalhe.

1.- Para o stress e a ansiedade e dormir melhor.
Graças às suas propriedades sedantes e ansiolíticas, o óleo essencial de lavanda pode ser um grande remédio para relaxar em situações de stress, ansiedade e nervosismo. Também para dormir melhor.
Se existe tendência a ter ansiedade o melhor é tomar o óleo essencial por via oral. Também se pode experimentar em formato roll-on. Outras formas de utilizar o óleo essencial de lavanda para relaxar, dormir melhor ou combater a insónia são:
» Difusor de óleos essenciais. » E claro, a massagem.

2. Para as queimaduras de pele leves.
As queimaduras de pele, habitualmente leves, resolvem-se muito bem com a aplicação de óleo essencial de lavanda. Outro tipo de queimadura que se podem aliviar com óleo essencial de lavanda são as queimaduras solares.

3. Para a psoríase e para curar arranhões.
O óleo essencial de lavanda também é útil para cicatrizar feridas tipo arranhões, rasgos e melhor a psoríase (cicatriza, desinflama e alivia a comichão).

4. Para tratar o acne e as rugas.
O óleo essencial de lavanda costuma dar bons resultados para tratar o acne e a pele, aplicado diretamente.

5. Para aliviar a dor.
Ao óleo essencial de lavanda atribuem-se propriedades para acalmar a dor. Pode ser útil em diferentes situações aplicado também diretamente: dores de cabeça e contraturas.

Destacar assim que o óleo essencial de lavanda, ao mesmo tempo que a árvore de chá, pode-se utilizar diretamente sobre a pele sem diluir.

O óleo essencial de lavanda não tem contraindicações nem toxicidade nas doses habitualmente recomendadas em aromaterapia.

Respeitando as indicações e precauções de utilização, pode-se utilizar o óleo essencial de lavanda em crianças. Também durante a gravidez, aleitamento e em bebés.

 
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