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PERSONALIDADES

Paris, sede de uma exposição que homenageia Helena Rubinstein

Empresária e grande colecionadora de arte, Helena Rubinstein marcou o universo da beleza durante o último século. Uma exposição no Musée d’Art et d’Histoire du Judaïsme (mahJ), em Paris, retrata a sua incrível trajetória


05/05/2019

Sob o título Helena Rubinstein. L’aventure de la beauté, o Musée d’Art et d’Histoire du Judaïsme (Paris) acolhe uma exposição homenagem à célebre empresária, de 20 de março a 25 de agosto. Através de mais de 300 documentos (fotografias, obras de arte e objetos), a exposição mostra o destino extraordinário de uma mulher livre, lutadora, sempre em busca de inovações, quanto a produtos e marketing. Assim, Rubinstein foi uma das maiores colecionadoras de arte, tal como se mostrará no Musée du quai Branly (Paris), no final do ano.

"A beleza é poder"

Sem dúvida, uma das máximas de Rubinstein (1872-1965), que apesar de medir 1,47m, conseguiu construir um império cosmético mundial, adquirido pela L’Oréal, o seu grande antagonista, no ano de 1988.

De origem judaico-polacaa, Helena Rubinstein, nascida Chaja Rubinstein, abriu a sua primeira boutique em Melbourne (Austrália) no ano de 1902. Autodidata e intuitiva, Rubinstein soube adiantar-se à sua época, convertendo-se na primeira especialista em beleza que incorporava cabines para fazer todo o tipo de tratamentos. O ingrediente chave dos seus cremes, a lanolina, serviu-lhe para apresenta-las como luxuosas, estratégia que foi um êxito do ponto de vista comercial. Para camuflar o cheiro da lanolina, Rubinstein começou a trabalhar com lavanda, pepino e nenúfares.

Helena Rubinstein

Três anos mais tarde, Rubinstein cedeu a boutique a uma das suas irmãs e começou com cientistas de todo o mundo, antes de se instalar em Londres. No ano de 1915, e já em Nova Iorque, inaugurou um salão de cosméticos que se converteria numa cadeia com distribuição por todos os Estados Unidos. Seria o início de um negócio que lhe permitiria competir com outra das visionárias da cosmética da época, Elizabeth Arden. Dois anos depois, Rubinstein adjudicava o fabrico e distribuição dos seus produtos.

Rubinstein, a quem os seus empregados chamavam de Madame, deixou pegada no mundo da beleza ao ser uma das primeiras a vender o conceito de cosmética de luxo, dando valor adicional aos seus produtos, e servindo-se do testemunho de famosos que supostamente os utilizavam. Boa parte da estética de hoje, tal como se conhece, teve em Rubinstein uma das suas primeiras precursoras.

 
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